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Repositório do Jornal O Berrão

Repositório do Jornal do Agrupamento de Escolas de Murça em

http://joaogarcia.eu/aemurca/jornal.oberrao

Dia do Encarregado de Educação

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Equipa do Jornal
Fotos: Clube WebTv

V Encontro de Educação Moral e Religiosa Católica

No dia 16 de Maio, num dia lindo de sol e sob o lema “Sê sal da terra e luz do mundo!” cerca de mil alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) da Diocese do Vila Real, compareceram no V encontro anual dos alunos de EMRC que se realizou em Vila Pouca de Aguiar.
Com o objectivo de desenvolver e aprofundar relações humanas e afectivas, a escola de Murça, representada pelos alunos de 7.º ano, juntou-se a mais 15 escolas/agrupamentos da Diocese de Vila Real.
Acompanhados pelos professores de EMRC do agrupamento, os alunos participaram em diversas atividades propostas pelo Secretariado Diocesano de EMRC.
Depois do acolhimento, proporcionado por uma equipa de alunos da escola anfitriã, os participantes dirigiram-se à praça vermelha em Vila Pouca de Aguiar, onde foram recebidos pelos elementos do secretariado diocesano de EMRC que se mostrou feliz pela adesão de tantos alunos. Este encontro contou com a presença de D. Amândio Tomás, Bispo de Vila Real que deu algumas palavras de incentivo, fazendo um apelo a cada um dos presentes para que fossem efetivamente sal da terra e luz do mundo. Esteve, também, presente o presidente da câmara de Vila Pouca de Aguiar que recebeu os professores de cada escola.
Durante a manhã, decorreu ainda, um momento de oração em conjunto terminando com a largada de balões e pombas.
Depois do almoço, no espaço exterior da escola secundária de Vila Pouca de Aguiar,os alunos dirigiram-se ao complexo desportivo da vila para a tarde musical e recreativa.Encontraram, espalhadas pelo complexo desportivo de Vila Pouca de Aguiar, variadas atividades que lhes proporcionou momentos de convívio, partilha, alegria, intercâmbio e diversão.
Na opinião de todos os alunos o dia foi pleno de diversão e emoções.     

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Turma 7ºA
EMRC

Frango e salada fresca

INGREDIENTES:

Receita para 2 pessoasimage
2 peitos de frango
1 colher (sopa) de massa de alho
sal q.b.
sumo de limão q.b.
Azeite q.b.
Alface
Rúcula
1 tomate
1 laranja
1/2 Pepino
azeite e vinagre q.b.

PREPARAÇÃO:

1.Tempere os peitos de frango com a massa de alho, sal e sumo de limão a gosto. Reserve, aproximadamente durante uma 1 hora.
2.Entretanto lave e escorra as folhas de alface e rúcula, corte o pepino às rodelas e descasque a laranja. Prepare a salada, temperando-a com azeite e vinagre.
3.Seguidamente coloque o frango, já temperado, numa frigideira anti-aderente, com 1 fio de azeite. Deixe cozinhar lentamente, em lume brando, virando de um lado e do outro até ficar tostado de ambos os lados. Certifique-se de que o interior está bem cozido. Sirva com a salada.  

Equipa do Jornal

FAVAS COM LINGUIÇA

INGREDIENTES:

250 g de favas sem pele; image
Linguiça (de Murça);
1 ramo alecrim
Sal q.b.
Azeite 4 a 5 colheres da sopa

PREPARAÇÃO:

Retirar a pele as favas, colocar o azeite na frigideira, deixar aquecer um pouco, juntar a linguiça cortada em rodelas finas, juntar as favas sem pele e deixar saltear em lume médio. Quando estiverem tenras, temperar com sal, juntar alecrim e servir como entrada ou acompanhadas com arroz branco.

NOTA: Custo médio da refeição: 1,00€.

Receita da autoria de Lina Cabral

Serralves no Bolso

Este ano o  projeto anual com escolas é dedicado a SERRALVES
A turma abordou 3 temas Arte Arquitetura e Ambiente
Serralves é património nacional reconhecido internacionalmente pela qualidade e singularidade dos seus lugares que constituem uma unidade “Casa, Parque, Museu”, onde é evidente a Arquitetura, o Ambiente e a Arte onde os espaços físicos se cruzam com histórias reais e ficcionadas.
Neste projeto desenvolveram-se nos alunos atitudes de cooperação na troca de ideias, de experiências de energias mescladas de realidade e de ficção para conhecermos estes lugares, convocando valores de cidadania, tais como: aceitação do encontro e desencontro de ideias, tomar decisões, saber projetar e estar aberto à pesquisa.
Porquê no bolso?  Para interiorizar os sentidos de apropriação e de pertença, na perspetiva de que, pelo menos um dos suportes de comunicação, seja facilmente guardado ou transportado , sem ocupar muito espaço para facilitar tê-lo à mão e dá-lo a conhecer aos outros. 

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Turma 5ºA
Inês Moreira

Arte e Ofício

Arte é ser prático e exercitar! Recriar com materiais e técnicas de expressão, que vão surgindo espontaneamente…É ter uma ideia para ser matéria, sem ser um projeto, ganhando gosto, algum sentido… Uma intervenção criativa, artística sem carácter permanente, num espaço…
Na “ Semana da Liberdade” fomos livres na forma na composição, decoramos, reutilizamos, recriamos, divertimo-nos, decoramos as palavras, os desenhos, fizemos colagens,“ abrimos” mensagens…
O resultado foi uma moldura, um cartão que seria desperdício, um desperdício que impera: renova-se, reutiliza-se?
Penso tratar-se da arte de momento, ganhando uma nova utilidade, um novo significado…
Apelo assim, a todos os alunos que desfrutem desse prazer que é descobrir e realizar, que na experiência de reaproveitar o nosso quotidiano no “âmbito da Liberdade” se faça emergir sempre uma paixão…
Reutilizar o que conquistamos, na ideia, na forma de vincular as cores da revolução, de pensamentos que em todos nós vão surgindo.
Viver a Liberdade é uma forma de “Arte”, mantê-la, é um ”Ofício!” 

Ana Mofreita

Resposta

Este texto surge na sequência de inúmeras conversas mantidas ao longo do ano com Um brilhante aluno, porque contesta, argumenta, doutrinando, também, através do seu ponto de vista, do seu conhecimento).

1. Enganou-se o escritor francês Gustave Flaubert ao prever que o advento da fotografia, na última metade do século XIX, significaria “o anúncio da morte da pintura”. O que aconteceu, como é sabido, é que o mimetismo automático da fotografia com a “realidade” forçou a pintura a enveredar por outros caminhos, matando de modo aparentemente irremediável as abordagens naturalistas. (O aparecimento do hiper-realismo, muitas décadas depois, veio pôr esta primeira leitura em causa…). A facilidade com que a máquina penetrava na natureza e na vida, o modo rápido como chegava às pessoas e “revelava” os acontecimentos através de uma técnica que estava, e de certo modo ainda está, muito relacionada com a prova inquestionável da autenticidade e da verdade, fez com que a fotografia passasse, inequivocamente, a desempenhar o papel quase principal de denúncia social, política, moral e cívica.
2. A consciência artística dos nossos dias enraíza num processo de aglutinação e de releitura recontextualizada de várias culturas que se vão metamorfoseando, interpenetrando, derivando daí novas e bastardas visões do mundo, umas vezes mais parcelares e localizadas, outras vezes hegemónicas, estas últimas habitualmente lideradas pelas etnias brancas.

3. Pintura, instalação, ready-made? Que lugar para o  cavalete frente às novas e poderosíssimas tecnologias? O Museu transforma-se num conceito tão lato, que o Mundo, este em que habitamos, o qual nem sempre preservamos, se transforma num gigantesco urinol (Fonte) no qual “despejamos” as nossas criações…  

Ana Romero

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